Mostrar mensagens com a etiqueta Sequentiae. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sequentiae. Mostrar todas as mensagens
27.6.10
Ruminação de ideia antiga
12.10.09
Pentecostes

Subir as escadas do teu sótão e à espera de te ver outra vez à porta a deitar fogo às calças de pijama. E tu sabes que isto não é uma metáfora de mau gosto. Tu lembras-te do isqueiro e das tuas gargalhadas e das chamas azuis. Do meu susto a escalar os degraus e do coração a cair-me no estômago e afinal não era nada. Nunca me explicaste como o fazias. Porque as chamas morriam sozinhas em poucos segundos. E eu já não sei se vou conseguir arrancar os pés da plataforma da estação. E subir a rua e depois desenterrar os dedos dos bolsos e picar a campainha da tua casa. Subir as escadas do teu sótão e agarrar o coração para não se afogar nas tripas.
---
[este texto faz parte da sequência Kussen e não pode ser entendido fora dela]
---
[este texto faz parte da sequência Kussen e não pode ser entendido fora dela]
11.10.09
Alsjeblieft

depois vi-o abrir a porta e descer as escadas do teu sótão e cuspir-me na cara um riso sacana porque ele sempre teve um riso sacana. E tu não soubeste nunca o ódio que lhe tive e a mim. Porque a culpa foi. Se te tivesse dito que. Não. Em vez disso rastejei até casa com os teus olhos de chumbo a furar-me a cabeça a martelar-me os sonhos a. Isso. A arrancar-me as tripas. A culpa foi minha. E quem ficou contigo foi. Tem paciência. Ouve-me até ao fim. Alsjeblieft. Porque eu nunca tive força para te dizer nem agora. A saltar do comboio ainda em andamento e a deixar cair os olhos na plataforma sem força sem coragem.
---
[este texto faz parte da sequência Kussen e não pode ser entendido fora dela]
---
[este texto faz parte da sequência Kussen e não pode ser entendido fora dela]
26.8.09
O sótão
na estação no comboio no walkman thisbeatisthisbeatis e quando chegar vou saltar para a plataforma e depois houve aquela noite. Lembras-te. Não te lembras. A sugar os cigarros. SG que picávamos com agulhas para não fazerem tanto mal. Porque entrava mais ar e menos. E depois perguntavas-me se eu queria dormir amanhã em tua casa no teu sótão porque tu dormias no sótão e eu. Não te lembras tu não te lembras e eu tinha tive medo. E disse que não podia amanhã porque tu tinhas medo. De dormir sozinho. Isto dizias tu. Eu talvez tenha dito que
26.7.09
Talho
e pesar cada uma das palavras que te vou dizer. Porque eu peso. Tudo. Antes de. Para não me sair nada que me possa depois matar. Tu sabes. Uma palavra que me possa ficar agarrada à garganta e a puxar e a puxar. E depois ficam-me garras cravadas na língua. Ou ganchos. Os ganchos do talho das minhas manias. E a pensar no que disse e no que ficaram a pensar e no que eu não devia ter dito e nas explicações que vou dar porque agora vou ter de dizer agora vou ter de esclarecer e dizer que afinal. Porque repara. E as tripas agarradas à língua arrancada. Porque depois eu não durmo eu não. A remoer a ruminar como as vacas a ruminar medos e manias. E por isso. Se calhar não te vou dizer nada.
29.6.09
"As"
e eu passei a tarde nas aulas a pensar na morte do dia porque quando o dia morrer eu vou dizer-te o que não te disse ontem e anteontem e nos outros dias, uma vírgula, já viste, e vou remar remar nas escadas rolantes, eu não uso vírgul. Onde ponho o ax. Dizias e tiravas um cigarro do bolso das calças. Tu tinhas os cigarros soltos nos bolsos como se. E eu pensava que tu que era e abri-te os olhos e levantei-me para te dizer que aqui não. Mas doía-me tanto a cabeça porque quando me deitava era como se não tivesse crânio e os miolos cobertos de pele fina de encontro à almofada. E quando levantava a cabeça os miolos a colar à almofada e doía-me tanto tanto. E por isso não disse nada. Torci a boca de dor e espalhei os miolos de novo em cima da almofada. Tu não percebeste o meu terror. De voltar ao hospital à cama do hospital à enfermaria e aos doentes da cabeça que se passeiam nus com uma bata à frente. E aos banhos de esponja e ao enfermeiro que quando durmo me põe a mão. E empurraste-me e sentaste-te ao meu lado na cama e repetias, onde ponho o ax, e eu pensava que era um que o que tu querias era. Tu eras um chato. Naqueles primeiros dias tu eras um chato. Mas não. Um cinzeiro. Cinza. As. Nederlands. Ax. Chamar a tua irmã dizer-lhe que não me voltasse a despejar irmãos que eram iguais a ela tu eras igual a ela os mesmos cabelos de palha e os olhos. Não me lembro. Azuis verdes de aço qualquer coisa assim uma verruma que me verrumava os olhos e me abria a cabeça e os miolos para. E depois já não eras chato e eu já não conseguia. Já não consigo. Agora quando puseres o invólucro de plástico entre os teus lábios e meus já não vou ficar de olhos entreabertos a ver-te tirá-lo no último segundo e não vou deixar cair a cabeça para trás e fugir de ti e da verruma dos teus olhos de aço. É isto que vou dizer. Por isso quando o dia morrer eu vou remar com força até ao comboio
13.6.09
Brincadeira
E depois eu trotava os degraus de boca aberta até te agarrar o braço e te arrancar o isqueiro e tu rebentavas os diques do teu riso e dizias. Isto é só a brincar isto não me queima isto só faz este fogo azul mas só queima os pêlos do pijama isto é só a brincar isto é como quando te pedia que. Tu sabes. Tu lembras-te. E depois quando tu te chegavas e estavas quase. Anda. Não te zangues. E já te sentia o calor da respiração a arrepanhar o plástico o invólucro de plástico do marlboro.
12.6.09
A chama
Tocava à campainha e subia as escadas e tu estavas lá em cima e havia uma chama e eras tu que de isqueiro na mão e o pijama a arder me despejas em cima o riso dos teus dentes largos. E eu pensava se é hoje que.
7.6.09
Fecha os olhos
Tiravas o invólucro de plástico que amortalhava o marlboro e dizias agora vamos dar um beijo. Eu fumava sg ventil porque era mais fraquinho e depois assustava-me. Tu rias poucochinho. Assim só um abrir de lábios a mostrar uns dentes largos que ainda não estavam amarelos de nicotina. Porque tu eras puto. Eu tinha dezasseis. Tu catorze. Ou quinze. A voz a escorrer-te dos olhos de aço. Agora vamos dar um beijo. E eu não sei se era o medo se era o. E o perceber-te as formas debaixo do turco do pijama (Πλάτων, Χαρμίδης). Os teus olhos de aço a rasgar-me as entranhas. E depois abanavas o invólucro de plástico e fechavas os lábios e matavas o sorriso. Coçavas os cabelos de platina e era como se agora não tivesses quinze mas vinte e cinco ou trinta ou. Agora vamos dar um beijo. O sotaque nórdico e o calor que te escorria da boca. E punhas o plástico em frente dos teus lábios e dizias não tenhas medo que não é a sério. E não era a sério porque tu punhas o plástico à frente dos lábios. Mas fecha os olhos.
30.5.09
et adhuc tecum sum
Agora dizem-me que morreste e eu não acredito porque ainda te cheiro o relento doce de leite fermentado. Cerveja. Cerveja rasca mas para mim era leite. Que te escorria da boca enquanto me fugias das mãos aflitas e me dizias hoje ficas comigo hoje não voltas para casa.
Etiquetas:
Sequentiae,
The carpeted stairs of terror
11.5.09
Epitaphius sextus
Quando eu morrer também te vais pendurar na parede da casa mortuária ao lado de toda a gente que me passou pela vida e que não conseguiu encontrar uma razão válida para se baldar ao meu velório. Vais içar devagarinho os lábios e vais cuspir o teu tédio enquanto empurras com o olhar os ponteiros do relógio porque isto nunca mais acaba e amanhã ainda vais ter de me enterrar. E eu espero que o relento das minhas tripas mortas não te ofenda o nariz e não tenhas de ir buscar outra vez uma toalha.
25.4.09
Ácido
E eu fiquei. E enquanto me entornavas beijos enfadados eu pensava que se não fosses tu mais ninguém me levaria escada acima para me calado não faças barulho. E eu não fazia e engolia devagarinho os passos nos degraus e sustinha a asma e chegava à tua porta roxo e com picos de luz nos olhos. E depois o despir das roupas fumadas e a cama xiu cuidado não faças barulho que se range e a velha nos ouve. E eu não fazia. Depositava devagarinho o corpo nos lençóis suados e os teus olhos pingavam nos meus mas era só porque eu estava em cima de ti e tu em cima de mim. E em vez de me encherem a barriga de bichos aos pulos
há quem diga que são borboletas e eu acho que não pode ser
miriápodes
centopeias
gorgulhos
escaravelhos
até besouros
porque eu gostava de miriápodes
e de centopeias e de outros bichos com muitas patas e cascas rijas
porque as borboletas eram coisas
mariquinhas
de menina que se me entrassem na barriga então eu era um
mariquinhas
portanto eram bichos peludos patudos de casca grossa
eram sumo ácido de limão. Sabes. Um ácido feio a cheirar a cerveja rasca e que me comia os olhos e me arrancava aos repelões os últimos nacos de sossego. Porque esta noite era sempre a última e havia sempre outra e outra e outra e outra. E isto nunca mais acabava.
há quem diga que são borboletas e eu acho que não pode ser
miriápodes
centopeias
gorgulhos
escaravelhos
até besouros
porque eu gostava de miriápodes
e de centopeias e de outros bichos com muitas patas e cascas rijas
porque as borboletas eram coisas
mariquinhas
de menina que se me entrassem na barriga então eu era um
mariquinhas
portanto eram bichos peludos patudos de casca grossa
eram sumo ácido de limão. Sabes. Um ácido feio a cheirar a cerveja rasca e que me comia os olhos e me arrancava aos repelões os últimos nacos de sossego. Porque esta noite era sempre a última e havia sempre outra e outra e outra e outra. E isto nunca mais acabava.
Etiquetas:
Sequentiae,
The carpeted stairs of terror
23.4.09
Alone
nothing is more exactly terrible than
to be alone in the house,with somebody and
with something)
...
e. e. cummings
to be alone in the house,with somebody and
with something)
...
e. e. cummings
Sabes. Não é do corpo nem é das. Não é. Eu ia escrever que era das tuas mãos. Vinha para casa a pensar eu vou escrever que é das tuas mãos que. Mas não é. É do teu cheiro a cerveja rasca. Aquela noite na cozinha do. Da. De quem era. Não interessa. Não interessa. Era tarde e eu não tinha onde ficar. Tu bebias o quê. Uma cerveja um copo de água. Uma cerveja. De certeza. Não interessa. E eu tinha passado a noite à procura dos teus olhos e eles pingavam sempre ao meu lado. E depois não me olhaste e disseste hoje ficas comigo. Assim mesmo. Sem ponto de interrogação. O teu cheiro a cerveja rasca.
Etiquetas:
e. e. cummings,
Sequentiae,
The carpeted stairs of terror
19.4.09
the carpeted stairs of terror
...
(carefully climbing carpeted flight after
carpeted fight. .. in stillness,climbing
the carpeted stairs of terror)
...
e. e. cummings
Foi quê. Há vinte anos. Ou menos. Não sei. Foi há tanto tempo. Lembras-te. Os teus olhos pingavam ao meu lado. Ao lado. Não me tocavam. Em mim nunca pingavam. Nunca. Nunca entendi. Se me podias ter dito não. Porque é que não me disseste não. Porque é que em vez disso me chupaste as noites e os dias e o. Lembras-te. E depois que querias que acontecesse. As coisas que tu me fazias. Queres uma toalha. Não. Quero que desapareças que me deixes os pensamentos que vás para o. Quando podias ter continuado a fingir que eu não estava ali. Quando podias não ter entrado no táxi bêbedo ao meu lado quando podias não ter dito dá-me um beijo bêbedo se fores capaz. Bêbedo. Quando podias não me ter levado para aquele canto escuro e quando podias não te ter sentado ao meu colo. Daquela maneira. E depois. Tu sabes. Não me faças dizer aqui em frente as estas pessoas aquilo que me fizeste na primeira noite. Arrojando-te ao meu colo no castelo de São. Já era madrugada e cheiravas a cerveja rasca. E eu tinha quê não sei. Vinte. Ou menos. Não sei. Foi há tanto tempo. Podias ter continuado a olhar-me de longe e a rosnar-me olás indiferentes. Em vez de. E eu não te teria provado a pele e os cabelos e os teus cabelos compridos e eu dizia-te que não os cortasses e a minha pele rasgada na lixa da tua cara rude. Mas provei. Naquela noite e na outra e na outra e em todas as outras noites medonhas. E os meus dedos esmagados no látego dos teus cabelos e a pele a minha pele queimada. E eu chegava a casa e olhava-me ao espelho e passava a mão nas bochechas no queixo arranhado e vinha-me o teu cheiro o teu cheiro a leite azedo. E depois era um murro na barriga. Uma garra que me esventrava. Porque cada vez era sempre a última e eu sabia que não te voltaria a ter os cabelos e as mãos grossas na boca. Nem o perfil ondulante contra a luz feia do candeeiro da rua. A tua sombra pequena em arco e as mãos a entornar os boxers difíceis primeiro de uma perna depois da outra já está até se afogarem bêbedos no chão negro do quarto. E depois cuspias o corpo enfadado ao lado do meu e rebolávamos para dentro do buraco a meio da cama. Sem nos mexermos. E às vezes chegavas lá já a dormir e se tivesse havido um tempo bom. Se aquilo fosse só o morrer da paixão mas não era. Foi sempre assim. Foi assim na primeira noite quando me disseste adeus e não te vi durante. Durante muito tempo. E depois voltaste. Uma vez e outra outra outra outra. Porque nunca era a última. Havia sempre mais uma.(carefully climbing carpeted flight after
carpeted fight. .. in stillness,climbing
the carpeted stairs of terror)
...
e. e. cummings
Etiquetas:
e. e. cummings,
Sequentiae,
The carpeted stairs of terror
14.4.09
Cova
Não te lembras. Da carta e das saudades cuspidas. Porquê. Imagine-se. Saudades. Se não as tinhas. Tu não as tinhas. Porque se as tivesses. Faz um esforço. Lembras-te. Não. Se as tivesses. Mas escreveste. Te echo de menos. Joder. Se eu acreditei. Não. Me echabas de menos. Yo a ti sí. Joder. Te echaba tanto de menos. Mas tu a mim. Não. x x x x x. Agora ouves-me. Como eu te ouvi. A carta a escorrer da ranhura na porta e os dedos encharcados de medo abrindo caminho devagar devagarinho porque eu não queria rasgar o envelope para não te perder nem um bocadinho percebes para te poder guardar inteiro o papel e a tinta e o cheiro já que não te podia guardar a ti porque tu me tinhas fugido tu tu tu que nunca foste meu tu que nunca tu que sempre me viste como o mal menor sabes não sabes enquanto não te aparecia nada melhor e eu queria abrir o envelope devagarinho para não te rasgar. E agora. As tuas letras a pingar o suor das nossas noites. Te echo de menos. O suor da tua cama torta. Disso lembras-te. Claro. Da cova que fazia no meio e para onde caíamos e estava tanto calor. E onde tu uma noite me perguntaste queres uma toalha. Se eu queria uma toalha. Imagina. Se eu queria uma toa. Uma toalha. Se eu queria. Sair dali cagar para a velha que me ouvisse que te ouvisse cagar para a velha. Cagar para a velha e para ti. Sabes. Não sabes. Tu nunca soubeste. O medo a vergonha o desespero. Uma toalha. Se eu queria uma toalha. Não quero. Não quero nada. Adoro-te. Eu adorava-te.
Etiquetas:
e. e. cummings,
Sequentiae,
The carpeted stairs of terror
11.11.08
África 2
Talvez não não sei espera se alguém nos aqui aqui está bem aqui ninguém nos vê e o escuro tão escuro vês não te e se e se sim e se não me vês então ninguém nos vê. xxx xxx xxx. Silêncio. Respira. Assim. Isso. Sossega. Só eu e tu. Ninguém nos vê. Só eu e tu. Ninguém te faz mal. Anda. A tua mão. Dá cá. Anda. na minha. Devagarinho. Anda. És tão bonito. Calado x x x x x calado. A tua mão. Na minha. Anda. Mais. Vá. Não tenhas medo. Anda. x x x x.
X.
8.11.08
Kill the pain . XLII . Explicit
Cortizona. Se lhe pudesse matar a dor com. Mas não. Tenha calma. Não há tubarões. Aqui. Aqui não. Mas no mar. No mar há. No mar há tantos. São bichos espantosos. Sabe. Não podem parar. Se param morrem. O ar não lhes passa pelas. E morrem. Tenha calma. Isso. Isso. Vamos. Quer um copo de água. Então. Juro-lhe que não há tubarões. Já imaginou. Um tubarão num copo. Não pode ser. Vamos. Para a semana. Quero vê-lo para a semana. Sem tubarões. Nem tijolos. Que ideia. Tijolos e tubarões. Quer ajuda. Mais um bocadinho. Deixe-se estar. Se lhe pudesse matar a dor. Se lhe. Venha cá. Não. A sério. Venha cá.
explicit
deo gratias
والحمد لله
deo gratias
والحمد لله
Etiquetas:
Fabulae,
Kill the pain,
Massive Attack,
Sequentiae
31.10.08
Kill the pain . XLI . Requiem Aeternam
Para lhe dizer que já vi que j'ai vu mon requin. Je l'ai vu dans votre nez de rat. Ou então não. Ou então era o anel de fogo. O anel de fogo que me rasgava os olhos se acordava demasiado cedo. Se acordava e a manhã ainda babava as janelas de uma gosma azul negra. E as costelas me diziam força força mais uma vez. Já chega. Venha cá. Eu já vi. Je l'ai vu. Os dentes. Um anel de dentes. Como nos filmes. Documentários. Vindos do abismo. Um anel de fogo. Venha cá. Não tenha medo. Je l'ai vu. Mon requin.
Etiquetas:
Fabulae,
Kill the pain,
Sequentiae
23.10.08
África 1
Subir as escadas nhec nhec porque a madeira está seca ou está podre e há cogumelos pendurados na parede. Anda dá-me a mão e não não digas. Não vá alguém ouvir-nos e subir as escadas atrás de nós. Cuidado porque o chão está podre ou está seco não sei. Segura-te a mim. Assim. E os teus lábios não sabem a África que nunca viste.
18.10.08
Kill the pain . XL . Rato
Já chega sabe já chega. Já lhe contei tanta coi já lhe contei mais do que devia. E o senhor levanta o nariz como um rato. Como um rato. O senhor é um rato. E eu sou um rato. Pequenino. Muito pequenino. Já chega. Venha cá.
Etiquetas:
Fabulae,
Kill the pain,
Sequentiae
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















